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Hacker que invadiu Pentágono atrás de fotos de ETs é autista, diz especialista

15/01/2009

Para professor, Gary McKinnon sofreria de síndrome de Asperger.
Governo americano quer que jovem britânico seja extraditado para os EUA.


Um especialista em autismo pediu nesta quinta-feira (15) em Londres que o britânico Gary McKinnon, acusado da maior operação de ciberpirataria da história dos Estados Unidos, não seja extraditado para esse país, onde pode pegar até 70 anos de prisão em uma penitenciária de segurança máxima. 

 
McKinnon foi acusado de entrar ilegalmente em 97 computadores da Marinha e do Exército americanos, da Nasa (agência espacial dos EUA) e do Pentágono, ações que ele mesmo confessou, mas alegando que não tinha má intenção. 
 
O especialista Simon Baron-Cohen, professor da Universidade de Cambridge, afirmou que McKinnon, de 42 anos, invadiu os computadores porque sofre da síndrome de Asperger, um tipo de autismo. 
 
Segundo Baron-Cohen, o que McKinnon fez foi "a atividade de alguém que sofre de um transtorno e não pode ser considerado um ato criminoso". O especialista explicou que o modo obcecado de agir de McKinnon é típico da "ingenuidade social" das pessoas que sofrem a síndrome de Asperger. 
 
A doença produz "uma visão estreita que faz com que, na busca da verdade, as pessoas não vejam as potenciais consequências sociais para as outras", afirmou o professor.
 
"Seu encarceramento seria questionável, porque alguém com a síndrome de Asperger dificilmente suportará esse entorno", disse o especialista. 
 
O hacker foi descoberto quando tentava baixar fotografias da Nasa que ele acreditava terem sido manipuladas para ocultar provas da existência de vida extraterrestre. 
 
Os americanos, que pedem sua extradição, afirmam que McKinnon tinha a intenção de influenciar no Governo dos Estados Unidos por meio da intimidação e da coerção.


Fonte: G1 Tecnologia

Google terá revendedores de programas para enfrentar a Microsoft

14/01/2008

Parceiros vão oferecer serviços como o Google Apps, rival do Office.
Gigante da web quer investir US$ 3 bilhões para aumentar vendas.


 O líder entre os serviços de busca na Web, Google, deu novo passo na quarta-feira rumo a uma concorrência direta com a Microsoft, ao recrutar revendedores de tecnologia da informação para distribuir seus aplicativos via Web a clientes empresariais.

 
A partir do final de março, os revendedores autorizados poderão vender, personalizar e oferecer assistência a versões premium do Google Apps, pacote que inclui software de processamento de texto, planilhas, agenda e email.
 
O Google Apps é semelhante, em linhas gerais, ao Microsoft Office, o pacote líder de vendas de aplicativos de escritório, e é parte do esforço do Google para promover a chamada "computação nas nuvens", ou software como serviço. A Microsoft anunciou em outubro que também estava estudando acrescentar recursos disponíveis via Web aos seus aplicativos do Office.
 
Desde que lançou o Google Apps, em fevereiro de 2007, o Google só o vendeu diretamente a usuários de negócios para uso via Web. Os analistas afirmam que a decisão de trabalhar com terceiros é necessária se o Google espera concorrer de igual para igual com a Microsoft ou a IBM.
 
A Microsoft, maior produtora mundial de software, vende mais de 95 por cento de seu software por meio de mais de 440 mil revendedores terceirizados, de acordo com a Gartner Research, e pretende investir cerca de US$ 3 bilhões na administração desses canais de vendas em 2009.
 
Em comparação, o Google está apenas experimentando a estratégia, mas vê uma grande oportunidade em conduzir um teste com mais de 50 revendedores em 25 países. A empresa também tem um relacionamento estabelecido nove meses atrás com a Salesforce.com.
 
"Sentimos que o Google teve sucesso limitado em conquistar clientes por meio de um canal único de vendas", disse Tiffany Bova, analista da Gartner Research, que estimou que o Google tenha cerca de 200 mil clientes Premier.
 
Os revendedores de tecnologia da informação normalmente vendem serviços como hospedagem na Web, instalação de servidores e backup de dados, além de software, para centenas de milhares de usuários finais em empresas de todos os tamanhos.

Fonte: G1 Tecnologia

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